Proteger dados sensíveis exige mais que criptografia em repouso. Exige um caminho controlado desde o acesso da aplicação até backups, réplicas, logs e ambientes não produtivos.
Camadas de controle que precisam concordar
- Identidade: identidades individuais, acesso privilegiado de curta duração, dono de conta de serviço, MFA no gateway e revisão periódica de permissões.
- Autorização: roles de aplicação separadas de DBA, menor privilégio por schema/tabela, impersonação controlada e acesso emergencial documentado.
- Proteção do dado: TLS, criptografia em repouso quando suportada, ciclo de vida de chaves, extracts mascarados e proibição de dados produtivos em desenvolvimento sem exceção aprovada.
- Evidência: trilhas para ações privilegiadas, DDL, exports em massa, backup, testes de restore e decisões de revisão de acesso.
Backup também é banco de dados
Um cluster de produção protegido não basta se dumps, backups físicos, WAL archives, snapshots e destinos de restore podem ser copiados ou restaurados sem controles equivalentes. Avaliamos criptografia, acesso ao repositório, retenção, autorização de restore e evidências de teste.
Entregável
O resultado é uma matriz priorizada: ativo, classe de dado, controle atual, lacuna, responsável, remediação, método de validação e dependência operacional. A interpretação jurídica fica com DPO e jurídico do cliente.